Quem quer o Brasil de milicianos e corruptos?

Francisco Celso Calmon

  1. Sabe o sonso? É o culpado que finge que nem é com ele. Manja o bandido que parece bonzinho? É o Flávio posando de moderado. Só que não existe fascismo moderado, não existe golpista moderado, não existe corrupto moderado.

 Querem a volta da família corrupta no governo? Roubo de joias, moedinhas, entrega do patrimônio público às empresas estrangeiras, lavagem de dinheiro, associação com milícias?

  •  Para Trump a única diplomacia é a da ameaça da força. Como o Brasil pode se defender?

Lula, como quase sempre mal assessorado pelo Amorim, só agora despertou para a necessidade militar de persuasão. Bem tarde, não?

E o sequestro do Maduro, esqueceram? Quando lula esteve preso, Maduro lhe foi solidário.

  • O fenômeno de fadiga de material não existe só para componentes mecânicos e eletrônicos e suas vidas úteis, existe também na política, seja pelo excesso de exposição, seja pelo tempo de vida na política.

O governo Lula tem proporcionado muitos benefícios ao povo, tanto estrutural, emprego e ganhos reais de salário, como em políticas assistencialistas, como do auxílio gás à minha casa minha vida. Mas, ao meu sentir, tem um quê de velho, de mesmice. A entrada do Boulos está sendo algo novo, assim como a cara nova de Simone Tebet, porém, não o suficiente.

É preciso roupa nova, desde a aparência, AO ESTILO DE COMUNICAÇÃO. Janja deveria combinar o discurso e as viagens com o Lula durante a campanha.

Os jornalista gostam muito do Sidônio no Ministério da Comunicação, para mim, é um bom assessor do Lula, mas não faz comunicação do governo, é um Ministério forte e pouco eficiente e eficaz, pois carece, ontem e hoje, de um plano de médio e longo prazo. Alê a indumentária do Sidônio transmite o envelhecido.

  • Flávio é aquele ladrão que rouba e grita pega ladrão, é o corruptor que corrompe e acusa os demais, é o corrupto que recebe propinas e reclama do valor e chantageia por mais.
  • Foi-se o juiz ladrão, Sergio Marreco Moura, que agora é réu, e outro magistrado ocupa o lugar, o terrivelmente bolsonarista André Mendonça.

Também é da turma dos sonsos, com a voz inflexível e a cara de raiva contida ou deboche, procura com trejeitos estudados passar segurança das asneiras que faz, mas dura pouco, logo usa do arbítrio da toga para ferir o exercício da democracia, especialmente da transparência e do contraditório.

Quando seu chefe o adjetivou como terrivelmente, acertou, errou no complemento, pois o evangelho dele é a bíblia do golpismo, é terrivelmente de extrema direita, e malformado.

Somente duas exigências a Constituição faz para ser membro do STF: reputação ilibada e notório saber.

Recentíssimo ele declarou em sessão que falar que o outro é ladrão, é opinião, nem ofensa e nem crime.

Ora, ora, dizer que um indivíduo é ladrão sem o ser, é uma ofensa e delito de calúnia, pois está atribuindo a outro um crime, de roubo ou furto.  

Passou batido nas aulas de direito penal?

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), proibiu que a CPMI do INSS acesse dados pessoais de Daniel Vorcaro …

O Ministro André Mendonça ao impedir a transparência do caso Master, colocando as gravações do banqueiro Daniel Vorcaro na caixa forte do Congresso, está protegendo Flávio Bolsonaro e talvez até a si mesmo.

A partir de abril o governo e os partidos democráticos partirão para a ofensiva contra a extrema-direita e seu candidato, capacho do Trump, Flávio entreguista.

Enquanto esperamos abril, não devemos ficar à sombra, vamos ao dever de casa de espalhar que é o crápula do candidato da extrema-direita.

Francisco Celso Calmon

Analista de TI, administrador, advogado; militante histórico e combatente à ditadura militar.
Sua luta começou cedo, como líder no movimento estudantil da UESES no ES e da AMES no Rio.
Foi dirigente regional da AP e organizador e coordenador do NML (Núcleo Marxista-leninista) – dissidência da AP; foi do comando regional do Colina (Comando de libertação nacional) e foi um dos fundadores da VAR Palmares.
Após a redemocratização, foi um dos organizadores da APPD – Associação de Profissionais de Processamento de Dados; um dos fundantes e coordenadores da Rede Brasil – Memória, Verdade e Justiça; é coordenador do Canal Pororoca.
Autor das obras: “Sequestro Moral, e o PT com isso?”, “Combates pela Democracia”, editor e autor da obra “60 anos do golpe: gerações em luta”, “Combates pela Democracia”, e “Memórias e fantasias de um combatente”, coautor das obras coletivas: “Resistência ao golpe de 2016”; e “O processo Lula, uma sentença anunciada”.
No campo profissional foi técnico de TI e diretor de empresas públicas, estatais e privadas.


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