Anexar o Brasil aos EUA é o objetivo do Flávio rachadinha

Francisco Celso Calmon

Apesar da força da extrema-direita é viável uma nova correlação de forças.

A melhor defesa é o ataque. Na minha opinião não se trata de defender o governo Lula, mas de atacar o Flávio, cujo telhado nem é mais de vidro, pois sua história é descaradamente miliciana, corrupta, subserviente ao Trump, e que coloca os interesses dos EUA acima dos interesses brasileiros.

Num debate ele tem muito a se explicar. Vai usar droga para se equilibrar e fralda geriátrica para segurar a tremedeira intestinal.

Vendilhão da pátria, sabujo de Trump, mercador das riquezas do Brasil.

Deixar de ser um país para ser mais um estado dos EUA, o 51º, é o objetivo do bolsonarismo.

Flavio rachadinha é corretor das terras raras par os EUA, mediante apoio do Trump à sua candidatura. É um novo Silvério dos Reis!

 Uma família de transgressores e delinquentes, encrenqueiros e moleques, criadores de casos, agitadores ralé, amasiados com o crime organizado.

A Globo sabe que é melhor para o país, inclusive para ela, o Lula ao Flávio, mas vai dosar como feito na eleição passado, orientado pelo Merval, para ser uma vitória por vantagem pequena

Nesta eleição não é só consagrar quem o povo conhece, é impedir que o Flávio entregue o país ao Trump e o governo às milícias e aos corruptos.

A disputa é estratégica.

O trio já abalou a correlação de forças: independente da vitória, Hadad, Marina e Tebet estão colocando o nível da disputa em SP acima da polarização baixa…

O ES nestas eleições também tem uma grande oportunidade de virar um estado progressista, saindo da mesmice histórica do conservadorismo.

Helder, Contarato, e o naipe de candidatas ao Parlamento, estadual e nacional, oferece esta oportunidade singular.

Chegou a hora de não eleger mais bandidos.


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