Francisco Celso Calmon
Flávio Bolsonaro tem transformado o debate político em entretenimento. Lacrações, provocações e ataques ao adversário ocupam o lugar da discussão de ideias e projetos. Não é por acaso. A agressividade desvia a atenção do que realmente importa e evita que suas fragilidades sejam expostas em um debate sério sobre os rumos do país.
Sem um projeto consistente para apresentar, Flávio aposta nas provocações. Desrespeita o adversário e depois comemora com dancinha, como se a política fosse uma competição de entretenimento. O que deveria ser um confronto de propostas vira conteúdo para as redes sociais. O eleitor, em vez de avaliar ideias, é reduzido à condição de plateia.
Essa é a política da alienação: substituir conteúdo por performance, propostas por lacrações e debate por encenação. Enquanto a atenção se concentra nas provocações, ficam em segundo plano os projetos de poder, suas consequências para a população e os riscos que representam para a democracia.
Política não é dancinha, nem lacração. É compromisso com o país e com a vida do povo. Quem pretende governar o Brasil precisa apresentar propostas, sustentar ideias e responder por elas. O resto é cortina de fumaça para esconder a falta de conteúdo.
Lula deve tomar cuidado quando ele se aproximar, para evitar ter a carteira batida, surrupiada, e as plataformas de debate estão MUITO TOLERANTES COM A SUBVERSÃO QUE ELE FAZ DO ESPAÇO.
O Corruptus não tem proposta porque seu objetivo é um só: uma nova ditadura!
Nosso dever é ajudar a população a entender que com ele na presidência o Brasil seria completamente subordinado aos USA, entregue nossas riquezas, bases militares estadunidenses no território pátrio; os ministérios seriam ocupados por milicianos e por bandoleiros assaltantes do erário.
O currículo do Rachadinha é de falcatruas; não tem bons serviços prestados à nação.
Seria vergonhoso, além de trágico, um paladino de assassinos na presidência da maior nação da América Latina.
Lula é um estadista de competência comprovada e enaltecida internacionalmente, enquanto seu adversário é um playboy de enriquecimento ilícito e relações com a máfia da contrafação, por isso, teme abrir suas contas bancárias e telefônicas.
O ditado ‘quem não deve, não teme’, se aplica inteiramente.
Além de amarelão e golpista do 8 de janeiro, é PHD em ardis, arapucas e ciladas. Não se trata de um candidato sério e digno de ser respeitado, porque quem não respeita, não merece respeito.
Francisco Celso Calmon

Ex-coordenador nacional da Rede Brasil – Memória, Verdade e Justiça; membro da Coordenação do Fórum Direito à Memória, Verdade e Justiça do Espírito Santo. Foi líder estudantil no ES e Rio de Janeiro. Participou da resistência armada à ditadura militar, sendo sequestrado e torturado. Formado em análise de sistemas, advocacia e administração de empresas. Foi gestor de empresas pública, privada e estatal. Membro da Frente Brasil Popular. Autor dos livros “Sequestro moral e o PT com isso?” e “Combates pela Democracia”, coautor dos Livros “Resistência ao Golpe de 2016” e “Uma sentença anunciada – O Processo Lula”. Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. Articulista de jornais e livros, coordenador do canal Pororoca.




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