DAS BIG TECHS AO CONSENSO DE WASHINGTON
Lígia Bacarin
Se na primeira parte desta pesquisa denunciei o assédio moral e o óbito físico dos professores como atos políticos, nesta etapa exponho os executores materiais desse projeto: as Big Techs, que convertem pedagogias em fluxos de dados rentáveis, e as forças militares, que silenciam, pela intimidação, quem ousa resistir. O que se apresenta não é uma crise conjuntural, mas um colapso sistêmico da educação pública, estágio final de um desmonte planejado por agentes neoliberais-conservadores que atuam em uma aliança nefasta para operar a morte em vida da educação. Prepare-se para decifrar a engrenagem que fabrica tragédias em nome do “progresso”.
A plataformização do ensino, impulsionada por conglomerados como Google, Microsoft e Meta, e a expansão das escolas militarizadas representam duas faces de um mesmo projeto: a desmontagem da educação pública como espaço de diversidade, pensamento crítico e emancipação. Sob a retórica da “eficiência” e “neutralidade”, esconde-se a fusão entre o gerencialismo neoliberal e o conservadorismo de extrema-direita. De um lado, o projeto gerencialista neoliberal privatiza e mercantiliza a educação, convertendo-a em commodity na qual plataformas digitais vendem “soluções educacionais” como pacotes tecnológicos. Neste modelo, a competição entre instituições transforma estudantes em “clientes” e saberes em produtos, a exemplo de parcerias com institutos como a SOMOS Educação (Kroton), que controlam currículos em 12 estados brasileiros. O mercado global de EdTech, avaliado em US$ 404 bilhões, é dominado em 74% por Big Techs, que tratam a educação como um filão lucrativo. O Google for Education, por exemplo, gerou US$ 7,4 bilhões em receita em 2022 com venda de licenças, anúncios e dados, enquanto o serviço Microsoft Teams for Education contribuiu com US$ 4,9 bilhões para a receita da empresa em 2023. Uma pesquisa da Campanha Nacional pelo Direito à Educação de 2024 mapeou R$ 2,1 bilhões em contratos entre governos estaduais e Big Techs entre 2019 e 2023, realizados sem a devida transparência sobre o uso dos dados.
A lógica que sustenta essa mercantilização assenta-se sobre o subfinanciamento estratégico da escola pública. Com apenas 5,5% do PIB investido no setor – metade do previsto no Plano Nacional de Educação , o sucateamento cria o cenário perfeito para a entrada de parceiros privados. Como alerta Marcia Jacomini (USP), o conservadorismo usa a “crise da qualidade” para justificar a militarização, o homeschooling e a terceirização. Em paralelo, a agenda conservadora da extrema-direita avança com projetos de controle ideológico, como o Escola Sem Partido (2013) e leis estaduais contra a “ideologia de gênero” ou “linguagem neutra”, que censuram professores e impõem um currículo único. Em 2023, 322 projetos de lei conservadores na Câmara dos Deputados atacavam a educação, focando em segurança armada e na proibição de debates sobre diversidade. A militarização surge como o “cavalo de Troia” dessa agenda: programas como Escola Cívico-Militar (no PR, SP e MG) e Parceiro da Escola (no PR) entregam a gestão pedagógica a policiais e militares, substituindo a autonomia docente por hierarquia, disciplina e obediência, em uma estratégia onde as Big Techs controlam os dados e o método de ensino, enquanto os militares e grupos conservadores controlam os corpos e as narrativas.
Na engrenagem da plataformização, o professor é reduzido a mero operador de ferramentas digitais, como o Google Classroom, sendo responsável por alimentar algoritmos com dados de estudantes. Essa dinâmica, conforme estudos levantados, esvazia a dimensão humana do ensino, convertendo relações pedagógicas em métricas de engajamento. A retórica da “eficiência” e da “personalização do aprendizado” oculta a padronização de conteúdos via inteligência artificial, que apaga contextos locais e culturas minoritárias. Como alerta Apple (2003), o currículo único serve ao projeto neoconservador de apagar lutas sociais. As plataformas não “modernizam”; elas transformam a educação em mineração de dados para o capital financeiro. Os mecanismos são diversos: a commodificação de dados, com Google vendendo padrões de aprendizagem para empresas de RH; o fetichismo da tecnologia, com Microsoft Teams impondo respostas em até 15 minutos, gerando ansiedade e autocobrança extrema; e a despersonalização, com inteligências artificiais produzindo e corrigindo redações que ignoram o contexto social, o que resulta no esvaziamento da relação pedagógica.
A isso se soma a lógica da vigilância e do adestramento. Aplicativos como ClassDojo e sistemas de câmeras com reconhecimento facial, propostos em 167 projetos de lei conservadores, criam escolas-prisão, onde estudantes são vigiados e professores policiados. Atualmente, 90% das escolas públicas brasileiras usam ferramentas de Big Techs sem qualquer política de proteção de dados, configurando um verdadeiro colonialismo digital no qual 36 milhões de alunos brasileiros têm seus dados vendidos para empresas como Randstad e CIEE. O Google lucra US$ 7,4 milhões por dia com anúncios direcionados a crianças, enquanto governos, como o de São Paulo, intimidadam e demitem professores que se recusam a usar o Classroom. A face mais brutal dessa aliança é a venda de dados educacionais como commodity militar. A Amazon, por meio de sua divisão AWS, firmou parcerias com o Pentágono em projetos como o Maven (2018), fornecendo infraestrutura de nuvem para processar dados de vigilância de drones. Dados educacionais de plataformas como Google Classroom e Microsoft Teams, hospedados na AWS, foram cruzados com esses sistemas para criar perfis comportamentais de “potenciais ameaças”. No Projeto Nimbus (2021–presente), a AWS armazena dados biométricos de estudantes de escolas militarizadas, repassando-os a agências como a NSA. No Brasil, escolas parceiras em Goiás e no Paraná utilizam sistemas AWS que integram dados de frequência e desempenho a bancos da Polícia Militar. Como denunciam Faustino e Lippold (2023), a Amazon atua como “braço tecnológico do imperialismo”, convertendo escolas do Sul Global em laboratórios para ferramentas depois aplicadas em guerras, consolidando uma lógica militar-educacional na qual dados de alunos brasileiros alimentam máquinas de morte.
Enquanto as Big Techs controlam o método, a militarização se consolida como o braço repressivo do conservadorismo, não para garantir “segurança”, mas para silenciar quem denuncia a venda da escola às corporações. O avanço desse modelo é acelerado: o Brasil passou de 48 escolas militarizadas em 2014 para 1.389 em janeiro de 2026, um crescimento de quase 2.800%, segundo levantamento do professor Fernando Cássio (USP). O Paraná lidera o ranking nacional, com 345 escolas nesse modelo, seguido por Mato Grosso e São Paulo. Pesquisas da Universidade de São Paulo revelam a perversidade por trás dos números: o Programa de Colégios Cívico-Militares do Paraná (CCMPR) “preparou o terreno” para inflar artificialmente o Ideb, selecionando escolas com melhor rendimento e excluindo estudantes mais pobres. O número de vagas para Educação de Jovens e Adultos (EJA) nas escolas que aderiram ao programa caiu de 8.077 para 731 entre 2018 e 2023, enquanto as vagas no período noturno foram reduzidas de 24,8 mil para 2,9 mil. Cerca de 81 mil estudantes com 18 anos ou mais foram excluídos da rede estadual para maquiar as estatísticas de desempenho, em um processo que a pesquisadora Rafaela Miyake classifica como uma tentativa de “elitizar” a rede de ensino para argumentar que o modelo cívico-militar apresenta bons resultados . Não há, contudo, nenhum estudo científico que comprove a ligação direta entre a militarização e o aumento da qualidade do ensino.
Os dados da repressão e da violência nesses estabelecimentos são alarmantes. No Paraná, policiais fiscalizam bibliotecas e vetam livros sobre a ditadura, enquanto 72% dos docentes em escolas militarizadas relatam assédio moral. Em Minas Gerais, 47 professores foram processados por “doutrinação” entre 2020 e 2023, e 72% dos alunos dessas escolas desenvolvem transtornos de ansiedade, de acordo com a UFMG. A perseguição ideológica e o silenciamento se manifestam em casos como o do reitor Luiz Carlos Cancellier (UFSC), cujo suicídio em 2017, após acusações infundadas da Lava Jato, simboliza o terrorismo jurídico-policial contra educadores. Grupos como a “Força Tarefa Conae” mobilizam pais contra a “doutrinação”, acusando livros sobre racismo de corromper crianças. Sob a pressão combinada das plataformas (que demandam horas de digitalização) e dos militares (que impõem regras absurdas), os docentes desenvolvem burnout, depressão e doenças cardiovasculares em um processo de exaustão por dupla exploração. Dados alarmantes indicam que 58% dos ataques armados a escolas entre 2022 e 2023 estão ligados ao discurso armamentista conservador, tendo os professores como alvos preferenciais. A plataformização exaure, a militarização amedronta: juntas, produzem o professor descartável.
Para decifrar essa máquina de moer vidas, a crítica epistemológica de Giuliana Volfzon Mordente (2024) é fundamental. A pesquisadora oferece uma análise radical da plataformização educacional, expondo sua natureza colonial e necropolítica. Seu marco teórico desmonta a naturalização do mercado, na qual ferramentas digitais recodificam práticas pedagógicas sob lógicas empresariais, transformando a aprendizagem em mineração de dados e usando a “gamificação” para mascarar a exploração. Desvela a falácia da neutralidade, demonstrando que a retórica da “inovação tecnológica” oculta o fato de que as plataformas são artefatos políticos que padronizam currículos e alimentam algoritmos de vigilância usados por forças armadas. Por fim, Mordente conceitua a “pedagogia do controle”: a fusão entre vigilância digital (Big Techs) e repressão física (militares) gera um panóptico educativo, onde docentes tornam-se corpos duplamente vigiados – pelo algoritmo, na cobrança de metas de “eficiência”, e pela hierarquia, na perseguição em escolas militarizadas. Sua tese central é que a plataformização não é uma ferramenta, mas uma estratégia de governo neoliberal que elimina o dissenso ao transformar a educação em zona de saque de dados e adestramento, operando por meio da sobrecodificação (que converte competências socioemocionais em “soft skills” para o mercado), do biocolonialismo (que usa dados de alunos do Sul Global para treinar IA de empresas do Norte) e da necropedagogia (que tem a exaustão docente como resultado planejado do descarte sistêmico) .
A raiz estrutural desse colapso remonta ao Consenso de Washington, o pacote de medidas neoliberais formulado em 1989 pelo FMI, Banco Mundial e Tesouro dos EUA, que estabeleceu os pilares para a plataformização e a militarização. Suas diretrizes de privatização de serviços públicos converteram a educação em commodity, com a entrada de empresas privadas (incluindo Big Techs) na gestão escolar. A redução do Estado, materializada no subfinanciamento estratégico da educação pública (apenas 5% do PIB), criou o vácuo que Big Techs e militares hoje ocupam. E a abertura comercial indiscriminada permitiu a entrada de plataformas como Google Classroom e Microsoft Teams no Brasil. O Consenso prometia “crescimento socioeconômico”, mas ampliou as desigualdades, criando o cenário perfeito para vender “soluções tecnológicas” como remédio para crises que ele próprio gerou.
Seu projeto econômico não atuou isoladamente; fundiu-se com uma agenda conservadora para sustentar o modelo atual. O neoliberalismo opera como motor da plataformização, com Big Techs atuando como novas formas de privatização e convertendo dados educacionais em commodities, enquanto a “eficiência” das plataformas espelha a lógica gerencialista que vê o Estado como “ineficiente”. O conservadorismo, por sua vez, fornece a justificativa para o controle: a militarização surge como resposta artificial à “crise da qualidade” criada pelo subfinanciamento, uma estratégia que Marcia Jacomini (USP) denuncia como “cavalo de troia” para suprimir direitos, servindo como braço repressivo do projeto neoliberal para censurar docentes e proteger os interesses de empresas como Meta e Google. Projetos como o Escola Sem Partido e as leis contra a “ideologia de gênero” censuram o pensamento crítico, garantindo que a plataformização não enfrente resistência pedagógica.
A herança do Consenso de Washington na “era das plataformas” é, portanto, cristalina. Economicamente, as Big Techs são herdeiras das privatizações dos anos 1990, convertendo a educação em um fluxo de dados rentável. Politicamente, o conservadorismo fornece a repressão necessária para implantar um modelo rejeitado por educadores e estudantes. Socialmente, o adoecimento docente é o resultado dessa engrenagem, com professores se tornando vítimas de um projeto que desmonta direitos para erguer lucro. Como salienta Mordente, o Consenso de Washington não acabou: ele se digitalizou e se armou, mantendo a meta de transformar até a esperança em commodity.
A aliança mortal entre Big Techs e militares se revela nos números e nos territórios. Enquanto as empresas de tecnologia lucram US$ 300 bilhões por ano com a educação global, cada escola militarizada recebe, em média, R$ 410 mil anuais a mais do MEC. O que está em jogo é a própria concepção de formação humana: escolas plataformizadas e militarizadas produzem seres humanos obedientes aos algoritmos, silenciados pelo medo e úteis apenas ao mercado. Esse modelo forma força de trabalho precarizada para os polos tecnológicos, configurando um verdadeiro apartheid educacional. No “triângulo tech” de Barueri, Itapevi e Santana de Parnaíba, que recebeu R$ 6,2 bilhões em data centers, 58% das escolas locais não têm banda larga. Projetos como “Fábrica de Programadores” capacitam jovens para servir a empresas estrangeiras, enquanto universidades públicas perdem verba para pesquisa soberana. Os dados regionais escancaram o impacto social dessa lógica: no Sudeste, Barueri abriga o maior data center da América Latina (Scala), mas apenas 12% de suas escolas estaduais têm laboratórios de informática funcionando, enquanto a rede municipal de São Paulo gasta R$ 87 milhões por ano com Google Workspace em meio a denúncias de vigilância via ClassDojo. Em Minas Gerais, o Projeto Escola Parceira (2024) entrega a gestão pedagógica a militares em 120 escolas, onde 72% dos docentes relatam perseguição por debater racismo ou plataformização. No Norte e Nordeste, a Starlink domina 90% das escolas rurais do Pará, mas repassa dados de alunos à SpaceX, com professores proibidos de questionar a qualidade da conexão; na Bahia, uma professora da rede estadual morreu de AVC após ser ameaçada por um militar por recusar o uso do Google Classroom, caso arquivado sob a alegação de “stress docente”. Na região Sul, o Programa Educação 4.0 (2024) obriga 300 escolas no Paraná a usar IA da Microsoft para corrigir redações, com erros de contexto cultural chegando a 40% em temas sobre quilombos, enquanto no Rio Grande do Sul, uma parceria entre a Secretaria de Educação e o Meta treina professores para “mediação de conflitos via WhatsApp”, resultando em 86% de burnout pós-curso. No Centro-Oeste, escolas cívico-militares de Goiás usam câmeras com reconhecimento facial da Amazon, e os dados biométricos são repassados à Polícia Militar sem qualquer consentimento.
Diante desse cenário, a resistência se impõe como ato de sobrevivência. Como lembra a pesquisadora negra Rosa Margarida Rocha, a extrema-direita teme os professores porque eles podem “modificar economicamente a nação” ao ensinar pensamento crítico. Romper com esse ciclo exige ações concretas: a revogação imediata do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, o fortalecimento de redes de apoio como a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a denúncia das parcerias público-privadas que vendem dados de estudantes, a construção de redes solidárias de docentes como a Articulação contra o Ultraconservadorismo na Educação e o fortalecimento dos sindicatos. Quando um professor morre por pressão das Big Techs e dos militares, enterramos não apenas um corpo, mas a semente de um futuro que poderia questionar esse sistema. E enquanto choramos, Google, Meta e as forças da repressão assinam novos contratos sobre seu cadáver. A morte do professor é a vida do projeto conservador: sem quem questione, o futuro é só repetição.
REFERÊNCIAS
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Ligia Maria Bueno Pereira Bacarin

Professora de História na rede pública de ensino. Com mestrado em Fundamentos da educação, pós-graduação em Educação Especial e doutorado em Fundamentos da Educação. Militante do Psol-PR e colaboradora nas mídias sociais da Geração 68.




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