Francisco Celso Calmon
Galípolo não é sério! Qualquer fenômeno, mesmo os previsíveis, como essas guerras do Império, ele usa para a manutenção dos juros.
Guerras, se trazem destruição, trazem também oportunidades, porém, com esses juros de lesa economia, não há como a indústria se aproveitar.
Daqui a pouco uma gripe num presidente pode significar mais juros; ele não entende nada de macroeconomia, e é soberano no BC, pois não há contraditório.
O CMN, por sua vez, é inoperante!
É lamentável que Lula não entenda de economia, e Hadad tenha suas articulações visando quando chegar um dia à presidência.
Gleisi, Simone e outros ministros devem ProAgir antes do Galípolo manter ou até aumentar os juros prostitutos.
O governo Lula deveria criar um gabinete de oportunidades, para, à luz da situação internacional, analisar cenários para prevenção e ações propositivas.
Estudem a segunda guerra mundial, estudem a guerra prolongada dos EUA contra o Vietnam.
Convidem analistas internacionais para assessorar esse gabinete proposto.
O governo não deveria ficar no ritmo do Itamarati ou da Defesa, deve ter uma visão múltipla, sistêmica e imediata.
Convidar especialistas de estratégia geopolítica e militar para entender qual o objetivo global do império; no geral sabemos que se trata de cercar a China, e para tanto, procura na força refrear as relações econômicas e militares que ela mantém com países da esfera que os imperialistas julgam perigosas para eles.
Presidente Lula, seu governo tem que sair da mesmice, já, a situação exige análises permanentes, dia a dia, para prevenção e ação criativa.
Compreender a estratégia da China e de seu oponente, EUA, é condição sine qua non para traçar igualmente ums estratégia nacional.
Os leões rugem e o tempo urge para o Brasil.
Francisco Celso Calmon

Analista de TI, administrador, advogado; militante histórico e combatente à ditadura militar.
Sua luta começou cedo, como líder no movimento estudantil da UESES no ES e da AMES no Rio.
Foi dirigente regional da AP e organizador e coordenador do NML (Núcleo Marxista-leninista) – dissidência da AP; foi do comando regional do Colina (Comando de libertação nacional) e foi um dos fundadores da VAR Palmares.
Após a redemocratização, foi um dos organizadores da APPD – Associação de Profissionais de Processamento de Dados; um dos fundantes e coordenadores da Rede Brasil – Memória, Verdade e Justiça; é coordenador do Canal Pororoca.
Autor das obras: “Sequestro Moral, e o PT com isso?”, “Combates pela Democracia”, editor e autor da obra “60 anos do golpe: gerações em luta”, “Combates pela Democracia”, e “Memórias e fantasias de um combatente”, coautor das obras coletivas: “Resistência ao golpe de 2016”; e “O processo Lula, uma sentença anunciada”.
No campo profissional foi técnico de TI e diretor de empresas públicas, estatais e privadas.





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